A Resolução CNPE nº 17/2017, através da nota técnica conjunta Nº 17/2020/ANP autoriza a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a licitar áreas de exploração de combustível fóssil em todo território nacional, contabilizando 368 blocos exploratórios de petróleo.

Você também é contra os malefícios dos combustíveis fósseis?

Juntxs podemos pressionar o poder público para cancelar o leilão e exigir uma discussão maior sobre fontes renováveis e sustentáveis de energia!


Com a Oferta, a ANP incentiva o uso de combustíveis fósseis que contribuem para a crise climática.

Por isso, demandamos o imediato cancelamento da Oferta e abertura de um debate público acerca das várias alternativas energéticas que não contribuem para agravar a crise climática por que passa a Terra.


Diversas regiões em vários estados estão em risco. Para citar algumas temos dois blocos (PAR-T-215 e PAR-T-216, no Mato Grosso do Sul), dentro dos quais existem sete unidades de conservação, o que demonstra o desprezo da ANP com a provável perda da biodiversidade local

Na bacia do Recôncavo e do Tucano, ambos localizados no estado da Bahia, a fragilidade ambiental também impera. O que demonstra que esses empreendimentos estão sendo ofertados pelo governo sem a devida participação popular, sem acolher a população que se encontra em condições de riscos.

Da mesma forma ocorre na bacia da Foz Amazônica. Essa região é caracterizada por possuir áreas de preservação importantes para assegurar a biodiversidade local e proteção às reigões indígenas e nativas. Qualquer empreendimento que vise a exploração do subsolo põe em risco a vida selvagem, desconfigurando a teia alimentar.

Ler sobre a Audiência

Veja a Repercussão da Audiência Pública

Dia 03 de fevereiro a Agência Nacional do Petróleo e Gás (ANP) fez uma audiência pública na qual somente a Arayara e parceiras representaram a sociedade civil. Leia sobre o como foi a audiência clicando no botão ao lado.

Por um Brasil de fontes energéticas #renováveis e #sustentáveis

#LeilãoFóssilNão #SaldãodoPetrolão #RenováveisJá!