Leilão atinge diretamente regiões onde a Baleia Azul e outras dezenas de espécies em extinção têm seu lar

 A Baleia Azul corre ainda mais risco por conta da irresponsabilidade da Agência Nacional do Petróleo e Gás (ANP)

Junte-se a nós na defesa da Baleia Azul

Fernando de Noronha e Atol das Rocas são berços para esses animais e correm risco com exploração de petróleo.


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A 17ª rodada do leilão da exploração de petróleo e gás atinge diretamente as regiões onde a Baleia Azul habita e se reproduz


Muita gente não sabe, mas a Baleia Azul é o maior animal do planeta, chegando a 30 metros de comprimento e até 120 toneladas de massa. Ela é fundamental para a vida marinha e está criticamente em perigo de extinção.


Muitos desses mamíferos apresentam uma coloração azul-acinzentada com manchas brancas além de terem uma cabeça em forma de U, com capacidade quatro vezes maior em relação a todo o seu corpo. 


A capacidade vida de uma baleia azul varia de 80 a 90 anos de idade, essas espécies geralmente vivem isoladas e solitárias, raramente encontramos algum casal. O período reprodutivo ocorre durante o inverno e a primavera. 






O risco que a #BaleiaAzul corre não pode ser justificado pela exploração de petróleo

Agora, a Baleia Azul corre ainda mais risco por conta da irresponsabilidade da Agência Nacional do Petróleo e Gás (ANP) e de outros órgãos que estão apoiando o leilão de blocos de petróleo onde esses animais vivem e se reproduzem.



A inclusão das bacias Potiguar, Pelotas, Campos e Santos na 17ª rodada do leilão da exploração de petróleo e gás atinge diretamente as regiões onde a Baleia Azul e outras dezenas de espécies em extinção têm seu habitat natural. (ver mapa ao lado).


Esses animais não conseguem se defender dos ataques da sociedade, bem como os problemas ocasionados por ela. Por isto é importantíssimo políticas de proteção e preservação do meio ambiente, para que espécies como a baleia azul possam sobreviver e com isto ajudar nosso ecossistema. 


O Instituto Internacional Arayara se coloca na linha de frente no combate à exploração e que possa oferecer perigo a esses animais, com a ajuda da sociedade civil e de entidades do poder público em defesa da vida. 





Acesse nosso relatório técnico sobre os impactos na região

Preparamos relatórios técnicos sobre os impactos ambientais, sociais e legais da 17ª rodada de licitações e já elaboramos ações civis públicas para pedir a exclusão dos blocos.


Em nosso relatório observamos que tanto a posição técnica do ICMBio referente ao alto risco de inclusão da Bacia Potiguar, quanto o parecer do IBAMA, foram totalmente desconsideradas pela ANP.


Ler Relatório na Íntegra

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